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Notícia Escrito por: EMEB Prof.ª Sylvia Teixeira de Camargo Sannazzaro 24/11/2025

Uma viagem para Moçambique: aula invertida aproxima culturas na EMEB Prof.ª Sylvia Teixeira de Camargo Sannazzaro

Iniciando as atividades da 3ª Semana da Consciência negra, os alunos dos 5ºs anos A, B e C, da Emeb “Prof.ª Sylvia Teixeira de Camargo Sannazzaro”, embarcaram em uma verdadeira viagem cultural durante uma aula invertida conduzida pelo estudante Francisco Formenton Moreira, do 5º ano C, sob orientação da professora Joyce Angarten. A proposta ganhou destaque especial, porque Francisco compartilhou vivências e aprendizados, através da apresentação de fotografias, tecidos e memórias, a partir da experiência de seus pais, Silviane e Daniel, que moraram em Moçambique entre os anos de 2012 e 2013.

Ao longo da atividade, os alunos puderam conhecer mais sobre o país africano, percebendo semelhanças culturais entre Brasil e Moçambique, especialmente no uso da língua portuguesa, além de aprender sobre o povo, a história e os costumes moçambicanos.

Conhecemos o povo macua, um dos maiores grupos étnicos de Moçambique e a sua organização matriarcal, uma das características das raízes africanas presentes no Brasil.
Analisamos e comparamos a arquitetura e a técnica de construção em taipa de mão e pilão, que podemos encontrar, também, no Museu Municipal “Antônio Reginaldo Geiss”, o antigo Casarão Pau Preto, que foi uma fazenda de cana-de-açúcar e de café, no século XIX.

Um dos momentos mais ricos da aula foi a análise de tecidos tradicionais e seus grafismos, que despertaram a curiosidade e permitiram discussões sobre identidade, arte e ancestralidade.
Para finalizar essa imersão cultural, as turmas participaram de uma degustação de doces moçambicanos — muitos deles incorporados ao cotidiano brasileiro — como: arroz-doce ou mugodo, doce de banana, paçoca ou molina e pé-de-moleque. A vivência ampliou o repertório cultural dos estudantes e promoveu reflexões sobre a pluralidade que compõe a sociedade brasileira, marcada pela presença de diversos povos, histórias e sabores.

A atividade mostrou que aprender sobre outras culturas também é aprender sobre nós mesmos, fortalecendo o respeito, o diálogo e o reconhecimento das raízes que formam o Brasil.

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